Patricia Bomfim — Psicóloga e Neuropsicóloga
Retrato em dupla exposição de Patricia Machado Bomfim
Avaliação neuropsicológica · Londrina, PR

Avaliação Neuropsicológica

A avaliação neuropsicológica ajuda a compreender como você ou seu filho pensa, aprende, memoriza, mantém a atenção e processa o mundo.

Uma dificuldade pode parecer Uma dificuldade pode parecer TDAH, TEA, ansiedade, deficiência intelectual ou altas habilidades.
01 Antes de concluir, é preciso compreender

Uma hipótese não é uma resposta.

Dificuldade para aprender, esquecimentos, falta de foco, baixo rendimento ou mudanças no comportamento podem aparecer de formas muito parecidas, mesmo quando suas origens são diferentes.

A avaliação neuropsicológica permite olhar além do que é percebido no dia a dia. Ela investiga diferentes funções cognitivas, emocionais e comportamentais para construir uma compreensão mais ampla sobre o que pode estar acontecendo.

Antes de buscar um diagnóstico, é preciso entender a história por trás dos sinais.

Se você já percebeu algum desses sinais, podemos conversar sobre o que faz sentido investigar.

Silhueta de uma pessoa vista através de um vidro fosco, sem contorno definido
Mãos organizando cartões e blocos de madeira sobre uma mesa clara
Duas mãos repousadas juntas, uma sobre a outra, em luz suave
02 Um exemplo de por que investigar

O que parece ser pode não ser.

Uma paciente adulta chegou para avaliação apresentando dificuldades importantes de aprendizagem, memória, concentração e retenção de informações.

As dificuldades eram significativas e haviam levantado inicialmente uma determinada hipótese.

O que parecia

Deficiência intelectual?

As dificuldades de aprendizagem, memória e atenção eram tão significativas que essa foi uma das hipóteses consideradas antes da investigação.

Entre a hipótese e a resposta

Era preciso olhar mais de perto.

A avaliação permitiu investigar diferentes aspectos do funcionamento cognitivo e compreender como atenção, memória e aprendizagem estavam se relacionando.

  • Atenção
  • Memória
  • Aprendizagem
  • Raciocínio
A investigação apontou para outro caminho

TDAH predominantemente desatento

A avaliação permitiu observar com mais profundidade diferentes funções cognitivas. O perfil encontrado apontou para dificuldades importantes relacionadas principalmente à atenção, que também repercutiam na memória e na aprendizagem.

O mesmo sinal pode contar histórias diferentes.

Dificuldade para aprender não significa necessariamente deficiência intelectual. Esquecimentos não significam necessariamente um problema de memória. Uma dificuldade de atenção também pode repercutir em outras áreas do funcionamento.

É a combinação das informações que ajuda a compreender o que pode estar acontecendo.

Cada caso tem uma história diferente. Me conte a sua e vemos juntos os próximos passos.

03 Por dentro da avaliação

Não avaliamos apenas um sintoma. Observamos como diferentes funções trabalham juntas.

Durante uma avaliação neuropsicológica, diferentes aspectos do funcionamento cognitivo são investigados. Atenção, memória, aprendizagem, raciocínio e outras funções podem influenciar umas às outras, e é justamente essa combinação que ajuda a construir uma compreensão mais ampla.

Uma dificuldade em uma área pode repercutir em várias outras.

Foco e seleção

Atenção

A atenção não é apenas conseguir ou não conseguir se concentrar. Durante a avaliação, observamos como a pessoa sustenta o foco, seleciona informações relevantes, alterna entre tarefas e responde diante de diferentes estímulos.

Quando a atenção falha, outras áreas também podem sentir o impacto.

Registro e recuperação

Memória

Esquecer uma informação não significa necessariamente que exista uma dificuldade específica de memória. Para lembrar, primeiro é preciso perceber, registrar, armazenar e depois conseguir recuperar aquilo que foi aprendido.

Registrar armazenar recuperar

Percurso do aprender

Aprendizagem

A avaliação ajuda a compreender como novas informações são recebidas, organizadas e utilizadas. Uma dificuldade escolar ou acadêmica pode ser apenas o resultado visível de diferentes processos acontecendo antes dela.

A dificuldade aparece no resultado. A investigação procura compreender o caminho até ele.

  1. 01Receber
  2. 02Organizar
  3. 03Compreender
  4. 04Utilizar
Perfil intelectual

Raciocínio & QI

A avaliação também pode incluir medidas relacionadas ao funcionamento intelectual e ao raciocínio. O resultado não deve ser compreendido apenas como um número isolado, mas dentro de um perfil formado por diferentes habilidades.

Esse olhar também pode contribuir para investigações relacionadas a altas habilidades ou deficiência intelectual, de acordo com a demanda de cada avaliação.

Organização e ação

Funções executivas

Planejar, organizar, iniciar uma tarefa, controlar impulsos, mudar de estratégia e lidar com imprevistos fazem parte de habilidades utilizadas diariamente.

Elas estão presentes nos estudos, no trabalho, na rotina e na forma como organizamos nossas próprias ações.

Para além do cognitivo

Emoções também fazem parte da investigação.

Ansiedade, comportamento, experiências e contexto emocional também podem interferir na forma como alguém se concentra, aprende ou responde às demandas do cotidiano.

O funcionamento cognitivo não existe separado da história da pessoa.

Retrato de Patricia Machado Bomfim, psicóloga e neuropsicóloga

Nenhum resultado existe sozinho.

É a relação entre os diferentes resultados, a história da pessoa e a demanda que levou à avaliação que permite construir uma compreensão mais ampla.

O objetivo não é encontrar um rótulo. É compreender um perfil.

Quer entender quais dessas áreas fariam parte da sua avaliação?

04 Quando existe uma dúvida

O que podemos estar investigando?

Nem toda avaliação começa da mesma forma. Algumas pessoas chegam com uma hipótese específica. Outras chegam apenas com a sensação de que algo não está funcionando como deveria.

A avaliação é construída a partir dessa demanda e busca compreender o funcionamento da pessoa de forma mais ampla, evitando conclusões baseadas apenas em um sinal isolado.

A pergunta pode ser específica. A investigação precisa enxergar o todo.

01 Atenção, organização e impulsividade

TDAH

A investigação de TDAH pode envolver dificuldades para manter o foco, organizar tarefas, administrar o tempo, controlar impulsos ou sustentar o desempenho em atividades longas.

Mas falta de atenção não significa automaticamente TDAH. Ansiedade, sono, contexto emocional, dificuldades de aprendizagem e outros fatores também podem interferir na concentração.

Por isso, a avaliação não procura apenas confirmar a hipótese: procura compreender o que pode estar por trás dela.

02 Desenvolvimento e funcionamento

TEA

Em uma investigação relacionada ao Transtorno do Espectro Autista, diferentes aspectos do desenvolvimento, comportamento, comunicação, interação social e funcionamento cotidiano podem fazer parte da compreensão do caso.

A história da pessoa é especialmente importante. Características observadas atualmente precisam ser compreendidas dentro de um contexto mais amplo de desenvolvimento.

Uma característica isolada não define uma pessoa, nem um diagnóstico.

Duas pessoas sentadas frente a frente em uma sala clara, em conversa atenta
03 Funcionamento intelectual e adaptativo

Deficiência Intelectual

Quando existem dificuldades importantes de aprendizagem, raciocínio ou autonomia, uma das hipóteses que pode surgir é a deficiência intelectual.

A investigação não deve se apoiar apenas em um resultado de QI. É necessário compreender o perfil da pessoa, suas habilidades, dificuldades e como essas características repercutem em sua vida cotidiana.

Um número sozinho não conta toda a história.

  • Perfil
  • Contexto
  • Autonomia
  • Funcionamento
04 Potencial também pode ser investigado

Altas Habilidades

A avaliação neuropsicológica também pode contribuir para compreender perfis de desempenho elevado e investigar indicadores relacionados a altas habilidades.

Mais do que procurar apenas um resultado alto de QI, o objetivo é observar o perfil cognitivo, os pontos de maior facilidade e como diferentes habilidades aparecem naquele funcionamento.

Avaliar não é procurar apenas dificuldades. Também é compreender potencialidades.

05 Quando o emocional afeta o cognitivo

Ansiedade também pode mudar a forma como pensamos.

Ansiedade e outros aspectos emocionais podem interferir em atenção, memória, aprendizagem, desempenho e tomada de decisões.

Em alguns casos, aquilo que inicialmente parece uma dificuldade cognitiva pode estar sendo intensificado pelo contexto emocional.

Por isso, cognição e emoção não devem ser interpretadas como mundos separados.

Mulher sentada junto a uma janela, em um momento de pausa e silêncio
06 Mais do que uma pontuação

E o QI?

O QI pode fazer parte de uma avaliação neuropsicológica, mas seu significado não deve ser reduzido a uma única pontuação.

Os resultados ajudam a observar diferentes habilidades e compreender como elas se distribuem dentro do perfil cognitivo da pessoa.

O valor está em entender o perfil, não apenas o número.

E se eu já souber exatamente o que quero investigar?

Nem sempre é necessário chegar dizendo “quero descobrir tudo”. Muitas pessoas procuram a avaliação com uma dúvida específica: TDAH, TEA, altas habilidades ou outra questão.

O ponto de partida pode ser específico. A extensão da avaliação é definida a partir da demanda, da história e daquilo que precisa ser compreendido.

Cada avaliação começa com uma pergunta diferente.

Me conte qual é a sua. A partir dela definimos o que precisa ser investigado.

05 Depois de investigar

O resultado não é o fim. É o começo de uma compreensão.

A avaliação neuropsicológica organiza as informações encontradas ao longo do processo e ajuda a compreender pontos fortes, dificuldades e aspectos que merecem atenção.

Com os resultados em mãos, também é possível orientar os próximos passos e, quando necessário, indicar a importância do acompanhamento ou da avaliação de outros profissionais.

  1. 01

    Compreender

    Entender o que os resultados mostram sobre o funcionamento da pessoa.

  2. 02

    Orientar

    Conversar sobre os resultados e sobre os caminhos que podem fazer sentido a partir deles.

  3. 03

    Acompanhar

    Quando necessário, buscar acompanhamento psicológico, médico, escolar ou outras intervenções adequadas à demanda.

Mais importante do que receber um nome é entender o que fazer com aquilo que foi descoberto.

Quando existe uma dúvida, existe um ponto de partida

Nem sempre o que parece ser é.

Se existe uma dúvida, podemos começar compreendendo-a.

Se você percebe dificuldades em você, no seu filho ou recebeu uma orientação da escola ou de outro profissional, podemos conversar sobre a avaliação e entender qual é a demanda.

  • Para crianças, adolescentes e adultos
  • Não é necessário ter um encaminhamento médico para entrar em contato e compreender a demanda
  • A avaliação é planejada de acordo com aquilo que precisa ser investigado
Conversar com a Patricia Conte brevemente o que motivou a busca pela avaliação.
Patricia Machado Bomfim, neuropsicóloga, sorrindo para a câmera
Falar com a Patricia